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Baterista Alfredo Dias Gomes celebra 25 anos de carreira solo com o álbum ‘Jam’

Em 1993, após tocar em discos e shows de cantores como Ivan Lins, o baterista Alfredo Dias Gomes decidiu priorizar inteiramente a carreira solo, embora, àquela altura, o músico carioca já tivesse lançado um single, Serviço secreto (1985), e o álbum solo Alfredo Dias Gomes (1991). Celebrando 25 anos de independência artística, o compositor e baterista – filho do dramaturgo e novelista baiano Dias Gomes (1922 – 1999) com a também novelista mineira Janete Clair (1925 – 1983) – lança o álbum solo Jam neste mês de janeiro de 2018.

Jam é album solo, o nono título da discografia individual do músico. Só que, neste disco produzido pelo próprio Alfredo Dias Gomes, o artista toca bateria e teclados na companhia dos músicos convidados Julio Maya (guitarra) e Marco Bombom (baixo e acoustic bass guitar). Bombom, para quem não liga o nome ao som, foi baixista da Conexão Japeri, banda com a qual Ed Motta se lançou no mercado fonográfico em 1988, ou seja, há 30 anos.

Capa do álbum ‘Jam’, de Alfredo Dias Gomes (Foto: Programação visual de Rec Design)

Como o título Jam já dá a pista, o álbum tem pegada jazzística, mas especificamente de jazz rock. Masterizado por Alex Gordon no Abbey Road Studios, em Londres (Inglaterra), o álbum Jam tem repertório inteiramente autoral. Alfredo Dias Gomes assina sozinho, sem parceiros, os oito temas que compõem o repertório do disco. Dream aria, Experience, High speed, Jam, Jazzy, Spanish, The end e The night são as oito músicas do álbum.

Composição que abre o álbum Jam, The night foi criada por Dias Gomes a partir do toque dos teclados. Dream aria e Experience também surgiram a partir de groove e fraseados criados pelo músico nos teclados. Jazzy é a única regravação do repertório, tendo sido lançada por Dias Gomes há 13 anos no álbum solo Groove (2005).

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